facebook twiter Youtube

Em 6 meses, neoliberalismo de Macri já gerou 5 milhões de novos pobres


Segundo o estudo divulgado pela Telesur, o número de pessoas em situação de pobreza já subiu em 35% desde dezembro passado, quando Macri iniciou a implementação de sua política neoliberal.

Entre os principais fatores para este aumento massivo da pobreza estão os chamados “tarifaços”, aumentos exorbitantes de tarifas básicas como de energia, gás e combustíveis. Além disso, os alimentos já sofreram reajustes de mais de 30% e também contribuem para o agravamento deste quadro.

Outro aspecto importantíssimo que complementa o cenário catastrófico da Argentina de Macri é a onda de demissões. Quase mil pessoas perdem o emprego diariamente. Já passam de 150 mil novos desempregados. O Congresso propôs uma lei de proteção ao emprego, mas o presidente vetou.

A miséria também aumentou em nível preocupante. De acordo com um estudo realizado pela Universidade Católica da Argentina (UCA) – que abrange o período de janeiro a março deste ano – e outro feito pelo Centro de Economia Política Argentina (Cepa) em parceria com o Instituto de Economia Popular (Indep) – abrangendo uma faixa temporal que vai do final de novembro de 2015 a março de 2016 – referem que a indigência teve um incremento de 5% a 7%.

Com relação à cidade de Buenos Aires, o relatório do Cepa e do Indep observa que a pobreza subiu de 24,4%, no final do ano passado, para 31,42%, em março; posteriormente, já atingiu os 33,25% (uma subida de quase 10%). De acordo com os investigadores Hernán Letcher e Eva Sacco, isto significa que houve um aumento de 1,7 milhões de pobres só na área metropolitana.

Via Portal Vermelho

Itália discute em julho legalização do cultivo de maconha

Senadores franceses lançam manifesto contra o golpe no Brasil

Deixe seu comentátio

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *