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Retirada de linhas de ônibus agrava crise na Baixa dos Sapateiros


Mais ônibus, melhor acesso e atrativos para que mais pessoas circulem no local, além de melhorar os terminais do Aquidabã e da Barroquinha, ter mais estacionamentos e cuidados com a segurança, entre outras medidas. Essas são as sugestões de empresários e comerciários para ajudar a reverter a situação difícil do comércio na Baixa dos Sapateiros.

Uma pesquisa da Associação dos Lojistas da Baixa dos Sapateiros e Barroquinha (Albasa) aponta, por exemplo, que 63% dos consumidores que frequentam o comércio do bairro chegam lá utilizando ônibus.

Em informação divulgada pelo Jornal a Tarde,  o síndico Roberval Figueiredo, responsável por administrar o Residencial São Bento, faz as contas e diz que cerca de 47 linhas fixas passavam pelo local, mas agora são apenas 26 – uma redução de 44,6%.

No mês de janeiro o Sindicato dos Comerciários de Salvador (Sindicom) realizou uma caminhada do Aquidabã até a Prefeitura. Uma comissão foi recebida pelo chefe de gabinete do prefeito ACM Neto (DEM), João Roma.

“O Sindicato dos Comerciários reforça essa luta, pois é pela defesa dos empregos e o fortalecimento do comércio de rua em Salvador. Além da redução dos ônibus na área, a crise econômica foi agravada pelas políticas recessivas do governo Temer, que ampliam o problema. Elas diminuem o poder de compra das pessoas e reduzem o consumo e as vendas”, disse o presidente do Sindicato, Jaelson Dourado.

Para o presidente da Albasa, Rui Barbosa, a redução de linhas de ônibus fez cair drasticamente o número de clientes. “Queremos que governo estadual e prefeitura tomem medidas para ajudar o bom desenvolvimento da atividade econômica na cidade”, afirmou.

 

 

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